Game Music

Outras Composições

Nesta seção, músicas originais, trilhas e trabalhos com música não relacionados aos videogames. Sim, em algumas delas, eu até cantei e fiz backing vocal (só pra ver se conseguia).


CROMATIC RUSH (1997)
Instrumental que fiz em um teclado Roland G-600 emprestado. Inspirado em bandas como Casiopea e… a banda de rock de garagem do meu irmão (!). O título é do Arnaldo Diniz, que após escutar os arpejos “mirabolantes” na escala cromática presentes nesta música, não resistiu e mandou um “Cromatic Rush”!


THEBOSS – TEMA DE ABERTURA (2012)
O tema de abertura de uma das séries de vídeo do meu canal do YouTube sobre videogames. TheBoss trata de jogos atuais: reviews detalhados e conteúdo extra acerca da next-gen. E a música foi inspirada, ironicamente, numa banda brasileira de synthpop dos anos 80. Gosto muito dela, da bateria acústica, passando pelos sutis power chords até o final com o prato loose do bumbo…


THEBOSS INFORMA – TEMA (2012)
A música de fundo do TheBoss Informa, a série de vídeo com notícias da indústria dos games lá daquele mesmo canal do YouTube sobre videogames. Nada mais do que uma versão estilizada para “news”, com abertura que disseram ser similar ao tema jornalista do filme Robocop. Excelente, Basil Poledouris (compositor de Robocop) é um dos favoritos meus no cinema.


ACQUIESCENCE (1997)
Da série “teclado emprestado”, mais uma instrumental que compus enquanto me deleitava com o Roland G-600 do amigo, no final da década de 90. Uma favorita pessoal: Acquiescence, cujo título foi cunhado pelo amigo Arnaldo Diniz, tem baixo slap inspirado e um bridge harmônico que lembra uma música da cantora Marina, mas não foi intencional.


GAMES COM CAFÉ – TEMA (2012)
Tema de abertura de mais uma série do canal do YouTube. Um jazz “modernoso”, mais pela jazz guitar usada no solo. Na verdade, este tema é uma versão de outra música minha de 1995, a “Millennium”.


Trocando Tesouros (EP, 2003)

Agora é hora de sentir embaraço. “Mas Eric, seu negócio com música não era só game music? Como agora, música pop? Cantada? POR VOCÊ???” Pois é, sinto informar que sim, cantadas por mim. Compostas também, desde a letra até a última gota de produção. O objetivo? Eu queria saber se era capaz. E, descontando minha voz afônica, até que não ficou tão ruim. Só pelo registro, uma vez que este site contém todas as músicas que já fiz, aqui estão.

Não se preocupe: nunca mais chego perto do microfone, a não ser para gravar voice-over dos meus vídeos sobre jogos. Mas a experiência valeu e muito: aprendi a fazer harmonias vocais (os coros são meus também). Foi divertido. Mas sinto vergonha.

Foram todas produzidas entre 2002 e 2003. Arte que você vê na ilustração, como sempre, do amigo Andrey Santos. Ele fez a “arte do CD”. Compact Disc. Imaginem só, isso acabou.

SEU NOME É MEU
O “hit” (aham) do meu disco pop.

TROCANDO TESOUROS
A “balada romântica” do meu disco pop.

DIÁRIO DE UM DIA
A “ambiciosamente produzida” do meu disco pop.

A TESTEMUNHA
A “mais rock and roll” do meu disco pop.

SEU NOME É MEU (REPRISE)
A “versão excêntrica do hit”… do meu disco pop.

SEU NOME É MEU (INSTRUMENTAL)
Melhor sem a voz?

TROCANDO TESOUROS (INSTRUMENTAL)
Idem?

ABRAÇO (INSTRUMENTAL)
Você chegou no fim da Internet: “Abraço” é a versão instrumental de uma “unreleased track” de um compositor frustrado. Em versão incompleta. Eu mesmo me surpreendi por tê-la encontrada perdida num diretório com várias faixas de teste. Enfim: lembro que meu objetivo em 2003 ao produzir esta música era: Guilherme Arantes encontra A-Ha.


FAHRENHEIT (1997)
Mais uma produzida no Roland G-600. Esta particularmente inspirada em bandas como A-Ha, Duran Duran e Alphaville. Recordo o dia exato em que tive a inspiração para o refrão melódico, foi durante uma tarde. Lembro das cores deste dia específico, é incrível como o envolvimento com criação de música pode ser tão marcante. Considero uma das mais bonitas instrumentais que já fiz. Tem 3 versões. O título da música, mais uma vez, um presente do amigo Arnaldo Diniz.

FAHRENHEIT ’99 (SHORT VERSION)
Uma versão menor, com diferentes instrumentos e alguns arranjos novos.

FAHRENHEIT ’99 (ENHANCED EXTENDED EDITION)
A versão “definitiva” de Fahrenheit, mais sofisticada e com um excelente arranjo de bateria no final. Apesar do ’99 no título, esta versão recebeu uma pequena adição em 2002, quando comprei o Korg Triton, meu primeiro sintetizador próprio.


Paretos Cover – Um Certo Desentendimento (2003)

Produzido com dois amigos de faculdade (Gerval Dantas no Vocal e Tiago Carvalho no violão de aço), fizemos: uma versão (excelente!) do hit anos 80 A Vida Tem Dessas Coisas, de Ritchie; duas músicas do A-Ha ganharam surpreendentes versões, um desafio para mim na execução dos arranjos e produção da MIDI base de Here I Stand And Face The Rain, do primeiro disco e You Wanted More, do álbum Lifelines.

Além delas: uma versão “crua” de Star On These Roads (do A-Ha) e alguns “experimentos” que não estarão aqui neste site pois apresentam conteúdo “musicalmente ofensivo” (risos). O título do nosso CD amador: “Um Certo Desentendimento”.

A VIDA TEM DESSAS COISAS (PARETOS VERSION)

HERE I STAND AND FACE THE RAIN (PARETOS VERSION)

YOU WANTED MORE (PARETOS VERSION)

Anúncios